Estou elétrico, sinto o positivo na minha veia e o negativo na minha cabeça.
Não quero falar de metáforas, então vou falar aonde estou. Estou aqui. Aqui é fácil de enxergar, vejo tudo. Vejo tudo e não digo. Não digo pra não sentir. Não sinto por medo. Por medo sou covarde. Sou covarde por amor. Por amor eu mato. Eu mato o que for preciso. Preciso de coragem. Coragem é o que falta no coração do sincero. Sincero sou ao dizer isso. Isso que não me corrói. Não me corrói por que não uso códigos. Códigos são por demasiado complicados. Complicados são os olhos que me olham com indiferença. Indiferença essa que me faz bem. Bem esse que não me dói. Não me dói porque não deixei doer. Doer seria submissão demais. Demais pra uma alma só. Só com o tempo vou entender o que estou dizendo. Estou dizendo bobagens. Bobagens que não paro de repetir. De repetir no final e no começo. No começo não repete. Não repete no final. No final estou elétrico.

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