Antes não pude contar, porque o sol estava me abraçando e aquilo ofuscava o brilho das palavras. A rima dançante da música ao fundo está me fazendo resgatar mais uma vez, o sentido das palavras e a desordem que elas sempre seguem. A seguir, talvez, virá um cachorro de oito patas e seis chifres, dizendo o que devemos ou não fazer. Logo atrás, um gato de olhos flamejantes, de um amarelo nunca visto antes, e com uma orelha por sobre a cabeça, orientando o cão no que dirá.
O abraço do sol realmente enlouquece, a música constante não me agradece. Os artistas não apertam minhas mãos e muitos menos agradecem. Muito pelo contrário, ficam fazendo barulho enquanto se aproveitam de um silêncio não existente.
Homens precisam de animais que sigam a mesma forma que eles. O conto que não foi antes, foi pro canto, pra que agora surja esse dizer maldito. Homens precisam de sol que os abrace, que os aqueça e que os conserve no calor que degrada. E não de mulheres que os matam durante o sexo às escuras. (Risos), (risos), (risos) são as únicas que sobram. Mulheres precisam de homens que sejam animais como elas. Para que se completem. Pronto! Problema resolvido. Somos animais e o sol não nos abraça; só nos aquece.
O conto que não foi antes, foi mal dito agora. Pra que talvez me seja bendito depois, na hora de rir um pouco de mim mesmo.
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