sexta-feira, maio 25, 2007

Estrada...

Sentia-me como se nada disso ou daquilo fizesse tanto sentido, não me importava... E quando não vejo mais caminho nenhum, parece que está na hora de me render.

A fonte está secando, mas a fonte não pode secar!

Arranjo outros meios de pensamento, outras formas de viver, mas não essa... Não essa!



É só um meio, pra um talvez fim, ou nunca fim.

Sem fim... Estrada contínua, estrada (in)segura...



Uma parada abrupta, o que será?

Quem será? O que será? Por quê? Quem vai? Pra onde?

Preocupação... Futuro.



Nada é o que parece, e nos embalamos todos na dança do tempo, na canção geral da vida, na regra menor, na educação cordial, na escravidão legal. Mas por quê?



Futuro.



Tão comentado, tão pensado, tão horrorizante, tão preocupante, tão inseguro, tão longe...









Futuro...








2 comentários:

  1. Adorei a definição do futuro. Demais! :*

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  2. A abstratação do tempo sem forma me dá um peso sem movimento na vida...
    Não posso falar muito; sofro desse mal.

    (Foto fodaaaaaaaaaaaaaa)

    ;**

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