quarta-feira, maio 02, 2007
E por aí vai.
Muito menos do que a minha memória busca eu encontro e é sempre mais complicado ouvir da minha memória que tenho que lembrá-la de todos aqueles mesmos problemas rotineiros. É como se eu tivesse que arrumar todos os dias a minha cama que vai ser usada denovo e sempre, sempre. É uma memória passada que se quer presente, é algo meio estranho perto do que era antes. Eu lembro o que era antes. A minha memória me dá motivos pra querer viver, senão o que seria da existência a não ser existência?... Mas é isso mesmo que basta. Arrumar isto e aquilo todos os dias é muito desagradável assim como ter que te arrumar todos os dias é muito chato. Não quero mais obedecer a essas regras que chamei de lei ou ainda ter que esperar das vozes alheias elogios que enganam ou elogios que mentem. Prefiro ficar por aqui mesmo, planejando o que vou fazer agora ou o que deixo pra amanhã. Se deixo pra amanhã, faço hoje. E por aí vai.
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"(...) E não quero formar a vida porque a existência já existe. Existe como um chão que todos nós avançamos. Sem uma palavra de amor. Sem uma palavra. Mas teu prazer entende o meu. Nós somos fortes e nós comemos. Pão é amor entre estranhos."
ResponderExcluir(Clarice Lispector)
Quando algo é novo, o velho se modifica e assim por mais repetitiva que as coisas pareçam, você está, se renovando.
Sendo sempre intenso de busca, vira conseqüência.
Pronto, me aproveitei de belas palavras e falei um pouco mais de besteira. (Mas o dela foi lindo hein?;)
Cuide-se; t+.