Uma costura
Cinza e
áspera
raspa a
mão.
Melodias e
trabalhos
inteligentes
e melodias:
cargas cotidianas.
Sabe,
É como tem
sido,
Difícil e
emaranhado
O prolongar
das horas nas minhas costas.
As eras da
sabedoria em árvores rosas
E
mangueiras.
Das
paineiras, flores aveludadas e
o tronco
espinhento
protegem
minha casa.
Naturais fibras
amareladas
Circundam o
morro todo.
O terreno
aspira ao sagrado,
Maturando à base de rezas
E
chibatadas.
A transcendência
como um fardo
Necessário
às passadas
De um
cavalo
Do
deslumbramento.
Associações
circunstanciais
Voam como
borboletas:
Não tem
peso algum o pensamento.

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