sábado, novembro 21, 2015

De represas e dinheiro,
um Belo Monte construído.
Mortos. Povos em tragédia,
sufocamentos.

Crianças e muitos outros
mortos, gases
nas câmaras de Auschwitz.
Numa promessa enganadora de livramento.

Um trauma de presente.
Ave Maria
cheia de graça,
rogai por nós
na hora de nossa morte.

A história é o espelhamento.
A ventura de viver é o agora.

Poupa-nos à eternidade sem desalento.

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