O que é isso de viver um luto da coisa viva? Que morte é essa que não há morto?
Só a presença fenece na longitude dos dias e, em cores densas, a realidade de agora, rumorosa relembra o espaço movido pelo singelo andar dos passos.
A sombra d'antes (pedante) se torna vulto no resoluto abstrato do meu silêncio. Aqui, algo existe vivendo tua morte em meus dias.
A noite toda sofro, tendo que ouvir(ver) sobre o interessante intervalo das ausências.
sexta-feira, fevereiro 22, 2013
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