O tempo ponto do desejo
e o mais fino significado
sublimado na fala de um lampejo
de paralelos desencontrados.
A linha esticada de extremos;
o caminho, não um seguir
todos são os mesmos
na variável maneira de ir.
E tudo-tanto se encontra
a fala e o silêncio sentido
olhando para a coisa, outra:
nem afetado nem atingido.
A primeira pessoa: saio do tempo
e todo reticente, zero ponto.
Do passado sobra o pó
fruto abstrato do pensamento.
Retirar do início o artigo
Desusar a mania desse nutrir
O uso é uso, não é castigo,
há momentos de só querer rir.
terça-feira, fevereiro 05, 2013
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário