No claustro do ego
A busca do sentido
Que me rebate vira eco
Do que tenho ouvido.
Resposta que me reponho
da pergunta esquecida;
coisa que se me envergonho,
põe a alma enfraquecida.
O prazer dos meus olhos se encerra
No resplandecido explodir da nuvem,
Sonho mais alto que uma serra,
esse presente de agoras que surgem.
Quatro versos nas três quadras
Atenção carbura feito isqueiro
E as palavras, já corroboradas
Aceitam seu cárater passageiro.
sexta-feira, dezembro 14, 2012
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