Nem mais há o que ser lido,
Mal reconheço-me perante a folha,
Linha torta e caminho interrompido,
O mundo se faz baseado em escolha.
Aquilo que outrora claramente via,
Tornou-se parte dum escuro,
O sentido tátil da poesia,
O esvair de um aroma puro.
Sobra da repetição, o exercício
E não o acúmulo prático
que, disso se faria ofício
até chegar ao ponto pragmático.
terça-feira, outubro 30, 2012
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