Nunca haverá o dia
Em que me causará arrepio
Ouvir essa pífia poesia
No alvorecer dum dia frio.
Enigmático o que trazias
Palavras em flores
Bem trajadas alegorias
Mas se é com aplausos e dores
Que alimentas tua morada
Não esperas que eu tenha pudores
Para dizeres que és o mesmo que nada.
Teu solo tem de ser limpo e puro
E que te calces sincero
Não te escondas atrás dum muro
Desprezando e sendo austero.
De tudo que sabemos
Dos teus poucos passos
Curto caminho o que vemos
Andar sozinho não é fracasso
No futuro do acaso
[nos juntaremos.
terça-feira, julho 10, 2012
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