Mas de algumas coisas não se pode esquecer,
que as lindas palavras são ditas sem pensar em dizer.
Como quando contasses a história da trilha sonora, da hora de trabalhar,
dessa música de fundo: crianças brincando e o som do mar.
Alguma coisa erradiou-se, como se, sei lá,
estivéssemos, por um breve momento, respirando o mesmo ar.
Muito cheio de cores, o chão.
As pessoas são coloridas, se fosse possível.
De vários tamanhos denunciando as quantias, essas lonas enormes esticadas por uma armação férrea sustentadas por uma haste metálica fixada nada, enfiada!, na areia, todas coloridas.
O azul é o novo preto nessa tendência, o monocromático só é vez ou outra.
Não é querer ser beatnik junkie ou algo assim mas o Dr. Hoffmann concordaria que assim, de cima, é um paraíso de cores com algumas linhas se movendo.
Mas nós não nos conhecemos.
quarta-feira, janeiro 18, 2012
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