É uma relação absurda de segredo e escondeirjo que meu corpo trava enquanto a poucos passos, uma energia completamente distinta repousa frente ao meu torpor da lógica. O olhar se perde por não se equilibrar, não posiciono-me rente frente ao espaço,
pode ser tanto a verdade da latência quando a opressão da mentira.
quarta-feira, fevereiro 23, 2011
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