Sinto-me o próprio Atlas, carregando um mundo
Esfera morta, branca, lisa e branda
Com o peso morto de uma calmaria morna
onde nada acontece, a não ser os dias
que correm atrás de sua mãe;
curando seus complexos, suprime-se os desejos
realizá-los aponta certeza do erro
por tê-los sustentado por tanto tempo,
em um silêncio escuro,
que dilacera como o vácuo, no Universo.
quinta-feira, outubro 21, 2010
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