A percepção estende-se ao silêncio porque as perguntas levam ao questionamento de minhas próprias ações. É o mesmo que estar preso a própria cama, sendo atormentado pelos próprios sonhos. Não há saída mais cômoda do que o entorpecer-se de ruídos e buscar-se em canções que me identifiquem. Colocar-se dentro de um ritmo, mesmo que desconhecido, pra tecer no silêncio as sensações que ofertadas foram com movimentos. A dança é mesmo algo que surpreende, porque nos torna arredios, arrepios e livres de nós. Enquanto entrega, somos dançarinos infinitos. E quanto a sermos humanos,
Por que te bailas à humanidade?
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Eu me pergunto: o que te baila?
ResponderExcluirMas assim subentendido fica mais bonito.