Reflexo oxelfeR.
Não há mais o que mostrar. Vaguidão rumando à busca de um sentido. Tentativa: isso que se torna erro programado dentro de uma questão de segundos; onde encontra-se a sensibilidade tangível aos teus lábios? já que tudo agora, no auge dos dias, é sempre tão previsível. Me assistes enquanto eu te vejo, eu sofrendo em qualquer trajeto do meu dia. Seja com sol no rosto ou com lágrimas nas mãos.
Aqueles dias se foram, o inverno hoje queima o corpo de agonia. Só a solidão da madrugada perigosa é que dá o tom do existir: o coração que palpita o tempo todo enquanto o escuto com destreza. Para quê diabos música se tenho coração?: batida cabível as minhas necessidades quando não há ninguém.
Peito: gelo. Mão: calo. Boca: silêncio.
Impressão ruim;fluxo fluxo. Congelado dentro de mim. Regojitando. Dando o tom da modernidade. Agressiva enquanto pode, porque não há mais sentido em contemplar a ruína, agora tão perceptível, dos nossos.
Aqueles dias se foram, o inverno hoje queima o corpo de agonia. Só a solidão da madrugada perigosa é que dá o tom do existir: o coração que palpita o tempo todo enquanto o escuto com destreza. Para quê diabos música se tenho coração?: batida cabível as minhas necessidades quando não há ninguém.
Peito: gelo. Mão: calo. Boca: silêncio.
Impressão ruim;fluxo fluxo. Congelado dentro de mim. Regojitando. Dando o tom da modernidade. Agressiva enquanto pode, porque não há mais sentido em contemplar a ruína, agora tão perceptível, dos nossos.
De tanto que se amam, morrem no final. E percebem que não são os dois, mas sim quem são os dois que machucam tudo. Não precisam deles próprios. Amam-se à distância. Com poucas palavras dão o tom do que é o amor.

será que posso dizer eu que entendo sobre amor? não sei.
ResponderExcluirMas do que não deram nomes, eu sei; desse aperto no peito que faz seguir enquanto bate incessantemente, e descobre no lugar a poira mais escondida que é do vazio, a lembrança desse saber que é a necessidade.. o que não está ali pra fazer seguir.
A distância é o paradoxo mais sensível que o coração não consegue apalpar, mais domina... e nas estradas que se alongam, os braços percorrem, e sempre acabam nas mãos, que falam sem bocas, que tocam sem pretensões: se elas (as mãos e as distâncias) são nossas nobres crueldades, que sejma elas as construtoras da próxima imagem, muito mais que um reflexo, um reflexo do que é, sem ser.
(Clarice um dia disse que realmente olhar-se-á num verdadeiro espelho quem conseguir olhar pra ele e não ver a própria imagem: é a neutralidade.)
Se fosse justificar, são as v(e)ias do coração selvagem, tão, tão... selvagem.
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(muita besteira, é desnorteio por tanta beleza!)
amo você.
fui eu acima, como é de imaginar-se; hahaha.
ResponderExcluirmais uma coisa pra eu te admirar ainda mais, tens mais uma fã , e podes mandar infinitos links dos fotografos que eu sempre gosto porque tens um bom gosto dos anjo, bichinho :)
ResponderExcluirOntem às 23 uma colega me ligou pedindo que eu substituisse um personagem da comissão de frente de uma escola de samba que irá desfilar no domingo. O personagem é um bobo da corte, eu topei, gosto muito da minha colega, mas porque aceitei? Vaidade? Vontade de exercer uma prática artística coletiva? Retriuição à amizada? Network? Experimentação? Investimento artístico descartável? Fuga de conflitos familiares? Desejo de provar alguma coisa para alguém?
ResponderExcluireu não sei, mas vou. E lá vou descobrir. Depois te conto.
Tavez me afine a idéia de ser um bobo da corte, ir por de trás de todas as motivações e apenas mostrar a mentira, de mim e do carnaval.
Tentativa: tema que pescou o meu comentário. Mas é possível fazer malabares com as motivações da tentativa e assim fazer arte, amor?
morrem no final. matam-se aos poucos, enquanto escondem feridas irremediáveis; e o gosto de sangue que já lhes toma a boca repercute às palavras, e toda marca cria sensações, e novos atos.. e o que era seu já nem mais é possível de ser reconhecido.
ResponderExcluirmorrem no final.
Ruan! abraços ^^
De tanto que se amam, morrem no final. :~
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