Faço parte íntegra desse espaço vazio, renegando a evolução hipócrita desse espírito; que por incrível, parece-me sujo.
Sujo de escuro, torna-se cego. E minhas mão tão pouco calejadas fraquejam na premissa de ir até teu posto e pousar sobre teu corpo.
As lágrimas são o veneno que sorvo,mas não só. Só estou como sempre; a tristeza é expansão exata desse lirismo fraco. Trancafiado num frasco. Posso vaguear e devanear até encontrar qualquer resposta longe da tua lembrança, porque longe de meu corpo, minha razão é o que basta.
E dessa expressão de fraqueza - a qual denomino força- surge o inesperado: o desejo de condensar-se à tua palavra, a tua queda disfarçada de ascensão.
Tentar, entender, por via de dúvidas, compreender. A dificuldade de minhas forças encontra-se na facilidade de teus movimentos.
É por isso que fico só; do outro lado há quem viva, quem pulse ao som do meu respirar.
E galgo degraus, invisível, indo atrás da sombra que me refresca o corpo e me alenta a alma;

"Posso vaguear e devanear até encontrar qualquer resposta longe da tua lembrança, porque longe de meu corpo, minha razão é o que basta."
ResponderExcluirZuou.
reticências.
ResponderExcluirme perco facilmente..... ;(
beijos, querido.
(compartilho da opinião da etienne)
Acordei com uma dor no ombro hoje. Ler isso fez ela doer mais. Credo. Vá socar intensidade assim lá na puta que pariu! rs
ResponderExcluirGostei da foto, dever ter dado um trabalho. O difetencial dela está no movimento, eu só não entendi porque o braço está para frente. Mas chega de explicar a arte, Henrique. Obs.: a escada também parece ser pintada numa parede...rs
Feliz