É nessa distância silenciosa que o corpo paira, sôfrego; indo de encontro a braços de veludo, de leveza imensurável.
Esse destino que se choca ao meu lado torna-se passado; a vida plena agora é papel rasgado.
E mesmo assim o amor jorra do meu peito, sem sentir o coração palpitar. Só a roupa esquentando a carne.
Meu sentimento é tão tocável quanto aquilo que nunca senti. Te escondas em mim, para sentir que nosso destino longínquo e fardo prazeroso, que no fundo, não queremos, jamais, soltar!
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laços impenetráveis, na pele, na alma -
ResponderExcluirdepois de feitos o tecido sempre marca o que se fez passar.
e é.
sendo um tanto impassível eu digo:
ResponderExcluir- vá ler o meu último conto, eu gostei muito...rs
Abraço de blogueiro