(Gran Colosso)
E neste ritmo vazio, sigo como se os dias continuassem os mesmos dentro de sua mudança. Extensa mudança. Depois de enxergar através da cegueira, tive cheia de dor a cabeça e lotado de algo o espírito. A descrença no desconhecido transfere-se à uma nova visão, lúcida, que monta-se majestosa em mente como lirismo, expressão de arte.
Muitos olhares de l(i)(u)xo por trás e um ambiente milimetricamente gritante. Pedindo por socorro!
Da diversidade, da mudança, e do autônomo.
Transexual, assexual, bissexual.
Me vesti, cortei e amarrei. Fui ao lado, olhei-me de novo e parei. Em frente a porta, duas passarelas, entrei.
"E com marcas na pele mostro, que de leve, o mundo pode ser o lugar mais travestido do universo e que a consciência agrava-se no homem como em qualquer animal que pouco pensa. Mas ainda quero ver tudo e vestir. Peças de maquinário ritmando meus dias. Grande máquina, homem-humano. Poético animal. Terrorista. Abissal".(Gran Colosso)

essas palavras realmente me fizeram ler, voltar ao início e recomeçar, e depois uma vez mais.
ResponderExcluirMuito bom.
Your absence is what breed this fear.
ResponderExcluir♥
Oi, Vivente !
ResponderExcluirMeus parabéns pelo teus textos. Garanto que não recebes bolsa-família e nem aceitaria entrar na universidade pelo sistema de cotas...rssssssssssssss
Abração
JP