quinta-feira, julho 10, 2008

Pausa para interrogação

Assim, no meio do nada, andava como que sem rumo; desajeitado, sem camisa e com uma pequena página em branco na mão. E mais uma fórmula na cabeça.
De como falar sem ficar tonto o que consumia suas vontades e doí-lha a cabeça agudamente.
Sentou-se, olhou ao lado, recostado em um muro salpicado, fechou os olhos e suspirou: "Ah..."
Sua mente, um poço interminável e vazio, hoje projeta-se palpável às suas compreensões e acelera o ritmo, costumeiro caramujo, de seu coração.
Perguntou-se...

3 comentários:

  1. Quero a continuação, e que se possível, ainda mais sublime.

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  2. Teria se perguntado se sua mente seria passível de parar?
    Às vezes me pergunto isso. Penso tanto que fico tonta.
    Parabéns pelas palavras...
    Beijos!

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  3. ..perguntou-se se o que via ao seu redor comum era mesmo o que acontecia ou se era fantasiado? perguntou-se o fim ou o início do que colocaria na página, em branco e pequena que levava consigo?

    no aguardo.

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