Dentro da linha que distancia o tempo do espaço, cá estou.
Fora do centro entre o errado e o direito, meu ar não ficou.
Ao lado da esfera que circunda o cérebro não se ouve nada.
Os cabelos caem.
A roda fica quadrada.
E aos poucos bons que sobram, sobra água contaminada.
Esforços se dissipam num estrondo de palavras.
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Também já não sei com que intensidade devo te odiar.
ResponderExcluiraaaaaaai, que lind´´issima frase final!
ResponderExcluirConcordo com a Etienne para recordar que entre o odio e o amor existe uma linha muito tenue, extremamente fatal...
;*********************** meu favoritissississississimo escritor-miguxinho!
HA HA HA