Submerso em meus próprios sonhos
Poderia colher os frutos de um passado amargo onde plantei com dor um pouco de amor.
Caso ousasse lhe dizer o que penso,
Estaria perdido e sem rumo algum
Se fosse possível esquecer dentro de mim o silêncio e lançar aos ventos as minhas bravuras.
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"sua ausência fazendo silêncio em todo lugar. Metade de mim agora é assim: de um lado a poesia, o verbo, a saudade, e do outro a luta, força e coragem pra chegar no fim. E o fim é belo e incerto, depende de como vc vê..." (o teatro mágico)
ResponderExcluiraproveite então a chuva! Sê como a água, tome a forma do recipiente em que é colocado.
(só não me responda dizendo que está com uma jarra presa ao pé!hehe)
a lembrança tem a cor que quiser dar a ela...
sopros de luz!
=*
opa!siiim!
ResponderExcluireis o retorno! nunca eh tarde para voltar nao eh meu caro?!
grande abraço
O senhor faz o favor de me passar os links dos seus outros diversos blogs pra eu poder me deliciar com as tuas palavras nesses dias de escassez cultural.
ResponderExcluir:* te adoro!