"A soma das grades, das portas, dos detalhes, das linhas, das aerodinâmicas, das ondas, das mãos, das almas, das ruas, dos tubos e dos esconderijos lá fora, robotizam-me.
Viver por...
Buscar por...
Comer por...
Sair por...
Somar por...
Não existe um sentido exato. Exatidão que me tira de mim. Que me joga longe,longe... Me perdi. Não quero me encontrar.
Estou ficando velho...Isso é grave. Minhas mãos não mais tão retas. Minhas costas tão mais curvas. Meus pequenos segredos são mais piadas na cota de risos gratuitos.
A vida... Por si só... Já basta...?"
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Qual seria a graça de não ter curvas nas mãos? Apagaria a história de dedos fatigados por tanto entortarem-se em textos.
ResponderExcluirBasta sim! Se bem expressa.
sopros de luz!
=*
Esse negócio de ficar velho acabou sendo nosso assunto depois da fila no Banco esperando teu ônibus. hehehe
ResponderExcluirE não, o texto nem é pro fulano de tal lá. ;P
É pra alguém que já amei tipo, de verdade. :/
:*
Ah! Sim com certeza, quando agente separa os pensamentos em tópicos no papel, da vcontade de organizar e não fica mais natural, não flui. Agente acaba pensando "ah, isso eu penso depois, esse aqui vai ficar melhor no texto." hahaha
ResponderExcluir:** don ruan
Identifiquei-me com a sua "perdição".
ResponderExcluirA vida, por si só, não basta. É preciso mais do que viver. Navegar, talvez.