terça-feira, junho 12, 2007

O Corpo

Ainda tão novo por sobre a terra úmida e humilde, que apodreceu por vontades vermicídas dentro de tão pouco tempo. Não pode mais mover-se.




A alma tão jovem, aprisionada por seu próprios pecados da carne, não é mais um castigo, é um dogma. Dogma esse que prende e que mata aos poucos.


Doença... ?


Os olhos ainda fechados, abrem as janelas da mente. As secreções visuais impedem que veja o horror, os crocodilos e os vermes. A boca serve pra ser cobra e pra berrar o não-sentido a todo instante...










...





Corpo podre, alma nova. Sentido abstrato, que não traz nada além de uma fusão de jóias e correntes, que não se chocam e nem prendem a vida.Que por mais que sofra ainda flui. Ainda emerge.

É tão livre e belo o movimento que não preciso descrever nada sobre, apenas necessita-se do olhar e da cautela.
Por pequenos visores, as perspectivas se multiplicam por mil. Agora, que te soltastes, és livre pra que voes...


...

O corpo, aprendeu, a abrigar as almas em harmonia, e agora vive úmido e humilde. Sendo apodrecido por atitudes vermicídas...

Imagens por José Marafona

2 comentários:

  1. Credo, como tu consegue colocar tantas palvras RUINS num texto?
    ahsuiahsiuahsiauh
    tipo
    tudo PODRE né ;x
    ashuiahsuaihsuiahsiahauih

    CONTINUO A DIZER QUE, não compreendo a INTENSIDADE dos teus textos cara ;T

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  2. eu não sabi O QUE colocar ;t

    HAISHAIUSHAUISHUIh

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