quinta-feira, junho 21, 2007

à Cláudia Iara Vetter

Não posso deixar de ser sincero agora que me veio a cabeça inspiração.



Com meus olhos e mãos, descobri o aconchego de tuas palavras. E elas me mostram um vasto campo de idéias, me modelam com o tempo, me altera com o nome, me leva ao nirvana...

Descobri com minhas mãos, que preciso de um esforço pra tirar a minha lama dos olhos e continuar ali, com vento frio secando eles a medida que o tempo passa e que me delício mais e mais...

Vi com meus olhos, a beleza estrutural de tua forma oculta por trás deste lugar. Vi a forma da palavra- no sentido figurado. Literalizei o que havia pra ser generalizado.

Toda vez que te leio, sinto teu toque lento, ingênuo e doce.

De uma sensibilidade tão plena e às vezes, de uma dor tão profunda. Que de tal, só se sai o amor.




Um comentário:

  1. Não sei o que te dizer. Se te xingo ou te agradeço.
    Porra cara, será que meus olhos lacrimejantes responderiam tal?

    Tocou fundo, de verdade.

    E não tem como expressar além.

    E da foto, sabes o que eu ia fazer né?

    ;D


    P.S.: Tu é foda cara.

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