
Como você pode ser capaz de dar tempo ao seu amor? Como pode ter sido tão vazio o valor que destes a este pequeno tamanho?
Não sei os motivos da decadência de teu espírito, não sei o motivo do apriosionamento material.
A existência é só um estágio, tem algo maior que nos espera além. Há uma existência mais pulsante em nosso espírito, mesmo que ainda não se faça existir, por assim dizer. Portanto, poderíamos julgar os nossos valores como certos ou errador? Dignos ou não?
Nessa sociedade ainda tão falha e tão acalmada por mentiras, nós vivemos, existimos. E deixaremos, por nossa existência, de valorizar o material? Será que somos tão fortes o quanto pensamos ser?
Será que ainda não nos vimos diante de nós mesmos?
Sim, infinitas questões pulsantes na nossa tão indefinida existência ainda nos assombram porque não sabemos o que há depois. Nos deparamos de forma tão cruel com o desconhecido, que ele não nos atrai(em parte), e sim, nos repulsa.
Humano tão humano, que só lembra de sua própria carne! Mas de que foi feito esse humano? De instinto? De prazer? De dinheiro? De espírito? De quê?!
Imposições sociais que nos levam a entender, ou a buscar questões e respostas para nossos problemas e (se preferirmos, chamemos de acasos), não nos trazem nada mais que a existência e a valorização do homem pelo estado bruto.
Não há nenhuma oposição no relato mas sim, algo a se pensar.
Por quê vivemos pensando no nosso futuro existente, no nosso corpo presente de amanhã? Por quê a consciência do amanhã tanto nos apavora? Por qual motivo somos ainda tão primitivos e ao mesmo tão modernos?
Aprendemos a ver e sentir a fraqueza alheia, mas ainda não aprendemos a sentir e ver a nossa própria fraqueza. Apegamo-nos então, ao material. Esse que nos tira do estado pensante do ser (ou não), e nos leva pra junto de algo, ou não.
Mas ao fim, não sabemos o que vem depois e isso nos assusta, nos atormenta. E pensar que morrer é o fim, é muita hipocrisia pra uma existência talvez ainda sem causa.
A morte nos assusta, é um balde de água gelada, mas que sabemos que virá! É a nossa única certeza para o futuro é que é nossa maior incerteza.
Existe uma eternidade esperando de braços abertos pra nos levar a estados de elevação nunca sentidos.
E, será que estamos em um destes?
Corpo presente em uma mente ainda distante, captando por imagens o material que no momento, ainda se faz pulsante.
Não sei os motivos da decadência de teu espírito, não sei o motivo do apriosionamento material.
A existência é só um estágio, tem algo maior que nos espera além. Há uma existência mais pulsante em nosso espírito, mesmo que ainda não se faça existir, por assim dizer. Portanto, poderíamos julgar os nossos valores como certos ou errador? Dignos ou não?
Nessa sociedade ainda tão falha e tão acalmada por mentiras, nós vivemos, existimos. E deixaremos, por nossa existência, de valorizar o material? Será que somos tão fortes o quanto pensamos ser?
Será que ainda não nos vimos diante de nós mesmos?
Sim, infinitas questões pulsantes na nossa tão indefinida existência ainda nos assombram porque não sabemos o que há depois. Nos deparamos de forma tão cruel com o desconhecido, que ele não nos atrai(em parte), e sim, nos repulsa.
Humano tão humano, que só lembra de sua própria carne! Mas de que foi feito esse humano? De instinto? De prazer? De dinheiro? De espírito? De quê?!
Imposições sociais que nos levam a entender, ou a buscar questões e respostas para nossos problemas e (se preferirmos, chamemos de acasos), não nos trazem nada mais que a existência e a valorização do homem pelo estado bruto.
Não há nenhuma oposição no relato mas sim, algo a se pensar.
Por quê vivemos pensando no nosso futuro existente, no nosso corpo presente de amanhã? Por quê a consciência do amanhã tanto nos apavora? Por qual motivo somos ainda tão primitivos e ao mesmo tão modernos?
Aprendemos a ver e sentir a fraqueza alheia, mas ainda não aprendemos a sentir e ver a nossa própria fraqueza. Apegamo-nos então, ao material. Esse que nos tira do estado pensante do ser (ou não), e nos leva pra junto de algo, ou não.
Mas ao fim, não sabemos o que vem depois e isso nos assusta, nos atormenta. E pensar que morrer é o fim, é muita hipocrisia pra uma existência talvez ainda sem causa.
A morte nos assusta, é um balde de água gelada, mas que sabemos que virá! É a nossa única certeza para o futuro é que é nossa maior incerteza.
Existe uma eternidade esperando de braços abertos pra nos levar a estados de elevação nunca sentidos.
E, será que estamos em um destes?
Corpo presente em uma mente ainda distante, captando por imagens o material que no momento, ainda se faz pulsante.

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