Todo este silêncio me faz ver o quão barulhento é a rua e os carros. E do nada, na maior hora do pensamento, toca o telefone. Rompe o meu silêncio domiciliar e me coloca denovo no agora, no mundo. Mas não há maldade, nunca há. Não pra mim nesse caso.
E depois volto a falar sozinho, como um doente, como um louco. E quem me ouvir vai achar que são reclamações, mas não, são apenas conversas de botões dilaceradas ao ponto do maior aperto e do menor alívio.
Mas chega, agora é hora de ver o agora, de estar no mundo e de ser presente.
Assinar:
Postar comentários (Atom)

bla bla bla
ResponderExcluirsim lorotas...
mas claro qe é assim qe se faz a vida...
da pessoa a qual me referia se faz assim...
;*
Falar sozinho é legal , engraçado e underground.
ResponderExcluirÉ, tu não presta...
ResponderExcluirauhuhauhauauha