quinta-feira, março 15, 2007

E nesses dias tão sem rumo, eu pude ver na minha preguiça que o que me faltava era o meu amor. Mas eu ainda não me amo, e se eu um dia me amar, talvez o amor se torne raiva e a raiva consuma o que há.
Se eu puder esperar um tempo, um tempinho qualquer, um tempo de chuva, um tempo de sol, um tempo pra poder ver que o amor é tão pequeno e tão grande, tão nojento e tão sublime que eleva todos os extremos aos outros extremos. Eu sinto toda essa falta, eu posso senti-la ainda e almejo não perder ela, mesmo que todas as coisas estejam ao meu alcance, eu quero a falta. Eu tenho que sentir falta, pra talvez poder buscar o "amar", o verbo inconjugável, o sentido mais concreto e abstrato, a confusão vital.
A porcaria do amor e toda a beleza que há na falta.

3 comentários:

  1. Mas que belo! De verdade, muito bonita sua expressão.

    .
    .
    A falta é a primeiro passo para buscarmos a ausência.
    E o amor alheio, faz falta, e se busca em substituição; porém o amor-próprio, preenche, e desse, não há quem lhe doe.
    O tempo em fatias, divide nossa emoção, e a emoção dá conta de cada datia do tempo.
    Realmente, há tempos e tempos...


    Fique bem.

    T+.........................

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  2. Olllááááá!!!

    Meu...a Claudinha é mto foda msm!!!

    Tmb sou de blumenau..esse final de mundoo!! aaaaahhhhhhhhhhh!!!!!!

    Adorei teu blog

    http://www.detonautassempre.blogspot.com/

    Beijinhos

    Mariana

    marianapc12@hotmail.com

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